quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Passos, o Sebastião unificador da direita

A vida prega partidas e atrasa planos. 
Se tivesse corrido como era o seu desejo, o regresso de Passos Coelho à vida política activa já teria acontecido.
Uma eventual derrota de Luís Montenegro nas últimas europeias abriria o caminho a que o ex-primeiro-ministro se voltasse a candidatar à liderança. Só que, entretanto, António Costa demitiu-se, houve novas legislativas antes das europeias, Montenegro ganhou e o retorno de Passos continua em "stand by"
De vez em quando, porém, dá sinal de vida.
Assim aconteceu mais uma vez. Navegando nas águas do chega, Pedro Passos Coelho, o unificador da direita, acredita que a nomeação do até agora director nacional da Polícia Judiciária para ministro da Administração Interna abre um "precedente grave"!..
Esqueceu Laborinho Lúcio, Daniel Sanches, Fernando Negrão, António Borges?
Ou talvez não: só que nessa altura a política do D. Sebastião da direita era outra. 
O problema, todavis, não é Passos insistir em dar prova de vida: o cerne da questão são as viúvas e os órfãos desta política de conversa de chacha, enrolada com voz colocada, vazia, sem substância...

1 comentário:

CeterisParibus disse...

É caralhete, nem sei que te diga! A versão que nos diz que ele não está na política porque paira acima do mundanismo, vem dos mesmos e da mesma cartilha que coloca o tio de Boliqueime no panteão, com todos a correrem monte acima mas a nunca se conseguirem aproximar da seriedade dele.
Somos uns provincianos.
Já to disse:
O D. Sebastião não está no chega, porque o Ventura não partilha palco.
Se as presidencias tivessem corrido mal e o Ventura fosse eleito, aí...