As contribuições dos imigrantes para a Segurança Social ultrapassaram, pela primeira vez, a barreira dos quatro mil milhões de euros, em 2025. O valor representa cinco vezes mais do que recebem em prestações sociais, num total superior a três mil milhões de saldo positivo. Um terço dos impostos é de brasileiros, seguindo-se a população indiana e a angolana, quando vários setores dependem cada vez mais dos estrangeiros para funcionar.
Para Eugénio Fonseca, ex-presidente da Cáritas, os números comprovam que os imigrantes não são um encargo para o país. Já Jorge Bravo, economista, fala com mais cautela, alertando que a conta do que estes cidadãos vão receber no futuro em prestações sociais não está feita.

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