quarta-feira, 26 de agosto de 2026

As coisas chegam com atraso, mas acabam por cá chegar: Chega com vida difícil também na Figueira.

Na Figueira, mesmo em Agosto, nada já é como era. Com o emergente impacto da pressão política no poder pela extrema-direita e com as performances diárias dos seus protagonistas, a estação tonta passou a corresponder ao que aconteceu antes e vai acontecer depois do verão de 2026. As trapalhadas e as ameaças veladas estão aí para o provar...
Nuno Santos, presidente da Junta de freguesia de Maiorca, fez uma publicação no facebook. Os restantes autarcas do Chega reagiram com contundência ao “post” do presidente da Junta de Maiorca e distanciaram-se em absoluto dessa publicação.
“Fiquei desagradado”, afirma Nuno Santos na edição de hoje do Diário as Beiras“O que fiz foi demarcar-me de determinadas publicações e comentários feitos nas redes sociais com os quais não me identifico. Não ataquei ninguém nem coloquei em causa o trabalho político de ninguém. Infelizmente, a minha posição não foi bem recebida por algumas pessoas e houve reações que considero desnecessárias, algumas num tom de humilhação e desvalorização pessoal. Naturalmente, fiquei desagradado com a situação".
 Hugo Fresta, vereador eleito pelo Chega, considerou “lamentável que o presidente de junta tenha exposto a sua discordância sobre certas publicações sem sequer ter exposto essas discordâncias antes nos fóruns internos convenientes”. E concluiu: “O vereador e os deputados municipais do Chega não deixarão de continuar a fazer a sua oposição construtiva e responsável devido a pressões do executivo municipal sobre um presidente de junta”.
Contactado pelo Diário as Beiras, Santana Lopes optou por não reagir às afirmações dos autarcas do Chega acerca das alegadas pressões políticas de membros do executivo camarário sobre Nuno Santos.

1 comentário:

CeterisParibus disse...

Ó Agostinho, "vida difícil" é a de quem tem doenças ou não consegue sustentar uma casa, trabalhando todos os dias.
A vida, na maior parte da política, é boa. E no final dos mandatos, há quase sempre um arco-irís.