... a crónica desta semana publicada no Diário as Beiras, pelo candidato amplamente derrotado à presidência da junta de freguesia de S. Julião nas eleições autárquicas de setembro passado
"Não tenho nada contra! Apenas
entendo que não
é prioritário e que
há outras obras
muito mais úteis
onde gastar o dinheiro, venha ele
da CE ou não.
Acresce que estou farto de promessas de obras que ficam no
papel. Os figueirenses lembram-se certamente de que se pretendeu construir um aeroporto internacional com ligação a Fátima
por comboio. Uma loucura que
ficou cara a quem pensou nela.
E lembram-se também que no
primeiro mandato de Santana
Lopes, julgo que em Outubro de
1999, foi anunciada a construção de um aeródromo (que já
tinha ante-projecto e autorizações aprovadas) e que as obras
começariam no ano seguinte.
Tudo isto ficou no papel!
Espero que a este aeródromo
não aconteça o mesmo, porque
embora não seja uma prioridade,
pode vir a ser vantajoso. Não só,
como se disse, para ser base de
uma “empresa de formação de
pilotos de drones” (até se garantiu que a empresa se fixaria no
concelho em Setembro de 2024),
como sobretudo para melhorar
a eficiência no combate a incêndios rurais – a principal vantagem - , atrair operações aéreas,
manutenção de treinos especializados, entre algumas outras
valências. Ninguém seguramente o irá utilizar para transporte
regular de passageiros ou carga.
O que a Figueira da Foz precisa
é de uma zona industrial a sul
do concelho, na zona da Marinha das Ondas-Leirosa (onde até
existe um ramal ferroviário) e
com acesso rápido pela saída
da autoestrada para promover
a criação de novas empresas, a
formação de emprego e a fixação
de mais população no concelho."
A maioria dos políticos detesta a assertividade alheia.
Contudo, aprecia a sua fragilidade.
Detestável, a meu ver, é a indefinição e a demagogia.
Fica um exemplo de indefinição política e demagogia.
A saber: a crónica desta semana publicada no Diário as Beiras, pelo candidato amplamente derrotado à presidência da junta de freguesia de S. Julião nas eleições autárquicas de setembro passado, o ilustre advogado figueirense João Pedrosa Russo.
Os manhosos são reais e existem à custa dos distraídos.
Continuam a andar por aí certas aves de arribação, a tentar criar a sensação de que ser camaleão é a forma de se vingarem, vivendo a frustação da vingança nas decisões quotidianas.
Bom, o certo é que, decorridos todos estes anos, o Aeródromo, não passa de uma miragem.
Confesso: morando eu na Gala, teria medo (mas medo de verdade) de que um avião me caísse em cima.
É, por isso, que com um certo alívio, registo a ineficácia da gestão do excelente ser humano que foi o Eng. Duarte Silva.
Pelo menos neste caso concreto.
Atenção futuros candidatos à Câmara Municipal da Figueira da Foz: por um voto se ganha e por um voto se perde.
Eu não quero mais ouvir falar do projecto do aeródromo nos terrenos da Mata da Costa de Lavos.
Eu não quero mais ouvir falar do projecto do aeródromo nos terrenos da Mata da Costa de Lavos.
No pleno gozo dos meus direitos, aqui declaro que só votarei no candidato à Câmara Municipal da Figueira da Foz, que me jure, de preferência com a mão direita solenemente estendida sobre a Bíblia, que construir um aeródromo nos terrenos da Mata da Costa de Lavos, JAMAIS (ler jamais com sotaque afrancesado).
Prefiro o deserto...
Prefiro o deserto...
Ou muito me engano, ou este aeródromo municipal ainda vai cair na cabeça de muita gente.
Ah, já agora: Monte Real fica tão perto...

1 comentário:
Do Cabo Mondego, népia, niente, nada, zilch, rien...
P.S. Custa ( não sei se ainda ) menos do que o "querida mudei a casa" para promover o arroz, e tem potencial para mudar a face do turismo na Figueira.
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