Via Correio da Manhã
«Donald Trump ameaçou este sábado “fazer desabar o inferno” sobre o Irão se o regime de Teerão não aceitar negociar e libertar o estreito de Ormuz até amanhã à noite. “Lembrem-se que eu dei 10 dias ao Irão para fazer um acordo e abrir o estreito de Ormuz. O tempo está a esgotar-se: faltam 48 horas para o inferno desabar sobre eles. Glória a Deus”, escreveu na plataforma Truth Social.
Recorde-se que no passado dia 21 de março o presidente dos EUA ameaçou arrasar as infraestruturas energéticas iranianas se Teerão não aceitasse um acordo no prazo de 48 horas. Esse prazo foi depois prolongado por cinco dias, até 28 de março, após, segundo Trump, os dois países terem mantido “negociações construtivas”. Um dia antes desse prazo expirar, a 27, o presidente dos EUA anunciou que seria prolongado por mais 10 dias, até às 20h00 de segunda-feira, dia 6 (01h da madrugada de terça-feira em Lisboa).
Recorde-se que no passado dia 21 de março o presidente dos EUA ameaçou arrasar as infraestruturas energéticas iranianas se Teerão não aceitasse um acordo no prazo de 48 horas. Esse prazo foi depois prolongado por cinco dias, até 28 de março, após, segundo Trump, os dois países terem mantido “negociações construtivas”. Um dia antes desse prazo expirar, a 27, o presidente dos EUA anunciou que seria prolongado por mais 10 dias, até às 20h00 de segunda-feira, dia 6 (01h da madrugada de terça-feira em Lisboa).
Nestas duas semanas, a
posição de Trump sobre o
estreito de Ormuz variou entre
as ameaças diretas ao Irão se
não levantasse o bloqueio ou a
sugestão de que poderia dar por terminada a guerra sem
resolver o problema, chegando
mesmo a instar os aliados europeus a "ganharem coragem"
e "irem eles próprios buscar o
petróleo" de que precisam.
Ainda na sexta-feira à noite.
tinha escrito na plataforma
Truth Social que seria "muito
fácil reabrir o estreito, tirar o
petróleo e fazer uma fortuna".»* Esta frase é atribuída a Nikita Khrushchev.
A análise objectiva, de uma pessoa que saiba contar, ler e avaliar com um mínimo de bom senso, nos primeiros dias de abril de 2026, dá conta que estamos no meio de uma guerra começada por dois imbecis, que ninguém parece conseguir parar.

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