«Foi ontem aprovada a hasta pública
para venda dos terrenos
adquiridos pelo Município da Figueira da Foz
para a construção de
um pavilhão multiusos
municipal na Salmanha, tendo como base
de licitação 550 mil euros, o valor da compra.
A oposição (PS e Chega)
votou contra a proposta
da maioria FAP.
“A
proposta que nos apresenta agora, aqui, é
diferente. Há uma alteração de estratégia
devido à falta de financiamento. A meu
ver, o centro de congressos vai competir
com o CAE. A nossa candidatura incluía
uma piscina junto ao Ginásio como equipamento municipal que seria gerido pelo
clube”, sustentou o vereador João Paulo
Rodrigues.
“A solução do hotel não resolve. Continuamos a defender um centro
multiusos”, disse também João Paulo Rodrigues.»
Por sua vez, «o vereador único do Chega, Hugo Fresta, também votou contra a
hasta pública para venda de terrenos municipais que estavam destinados à
construção de um pavilhão multiusos, em relação ao
qual se opôs ainda durante a campanha
eleitoral.
Qualquer cidadão do concelho
que quiser construir uma casa nos seus
terrenos a resposta será: "o terreno é seu,
mas não pode construir em qualquer sítio
[porque o PDM não permite]", mas, no
caso do hotel, ressalvou, “são aplicados
os mecanismos de flexibilização”.
No caso
do hotel, afiançou o vereador João Martins
(FAP), não há qualquer constrangimento
relacionado com o PDM.»

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