"Concordo, nas áreas indicadas", escreve na edição de hoje de o Diário as Beiras, José Couto
"Sim, concordoo com
o fecho ao
trânsito nas áreas indicadas .
Na verdade, em
muitas cidades, o
encerramento de
vias de circulação
de veículos automóveis, por períodos curtos, é
uma prática aceite, suportada
pela necessidade de criar áreas
que possibilitem o desfrute da
população residente. Esta opção permite que os residentes
possam interagir com espaços
urbanos que no seu quotidiano
lhe está vedado, bem como permite um outro nível de socialização. Havendo ainda a registar
vantagens ambientais por baixa
de poluição.
Ora esta decisão de alargar uma área ao recreio a ao lazer parece-me bem, porque, além de tudo este espaço pode-se transformar num gerador de tráfego para uma área urbana, num espaço urbano que que já foi nobre, e que se quer nobre em termos da vivência do quotidiano e da oferta turística.
Não é só este espaço que se valoriza, é também um corredor pedonal que começa no parque da cidade e que se pode ligar à frente da cidade, com uma acessibilidade fácil ao rio e à praia; também a atividade económica, ali instalada, poderá sair com vantagem, em virtude de se poder verificar um acréscimo de potenciais consumidores.
Em muitas cidades, a criação de áreas deste género aumenta a sua utilização e dá uma dimensão de qualidade ao espaço urbano, sobretudo quando acompanhada de atividades culturais e de recreio, promovidas pelos municípios, dirigidas a vários públicos.
Uma decisão que, inicialmente, poderá trazer um pequeno incómodo a quem habita por ali, mas trará, por certo, um espaço de fruição para famílias e uma valência qualificadora para a cidade."
Ora esta decisão de alargar uma área ao recreio a ao lazer parece-me bem, porque, além de tudo este espaço pode-se transformar num gerador de tráfego para uma área urbana, num espaço urbano que que já foi nobre, e que se quer nobre em termos da vivência do quotidiano e da oferta turística.
Não é só este espaço que se valoriza, é também um corredor pedonal que começa no parque da cidade e que se pode ligar à frente da cidade, com uma acessibilidade fácil ao rio e à praia; também a atividade económica, ali instalada, poderá sair com vantagem, em virtude de se poder verificar um acréscimo de potenciais consumidores.
Em muitas cidades, a criação de áreas deste género aumenta a sua utilização e dá uma dimensão de qualidade ao espaço urbano, sobretudo quando acompanhada de atividades culturais e de recreio, promovidas pelos municípios, dirigidas a vários públicos.
Uma decisão que, inicialmente, poderá trazer um pequeno incómodo a quem habita por ali, mas trará, por certo, um espaço de fruição para famílias e uma valência qualificadora para a cidade."

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