Via Sapo
Nesta plataforma internacional, que avalia a transparência da informação pública de várias entidades, a autarquia cantanhedense surge no primeiro lugar, a par dos municípios de Cascais, Ílhavo, Águeda, Maia, Matosinhos, Lousada, Paços de Ferreira, Carregal do Sal e Freixo de Espada à Cinta.
A entrega do prémio decorreu esta segunda-feira, 28 de setembro, durante o IV Congresso Transparência Municipal, que decorreu em Lousada, no qual Cantanhede se fez representar pela presidente da Câmara Municipal, Helena Teodósio, pelo chefe da Divisão de Modernização, Inovação e Qualidade, João Machado, e pelo técnico superior Carlos Galhano.
Segundo a líder do executivo camarário, “da parte do Município de Cantanhede tem havido um investimento efetivo nos mecanismos que induzem transparência relativamente à atividade da autarquia e às condições do exercício de funções, facultando aos cidadãos a compreensão dos fundamentos das decisões tomadas, bem como acompanhar a utilização dos recursos públicos e compreender melhor as opções”.
“A disponibilização regular, acessível e organizada da informação contribui para uma maior participação cívica, para o escrutínio da Câmara Municipal nas diversas valências e para uma relação de maior proximidade e confiança entre a administração local e a comunidade”, afirma Helena Teodósio, sublinhando que “receber um prémio atribuído com nota máxima a Cantanhede pelo modo como tem gerido esse processo é naturalmente motivo de grande satisfação e justifica um testemunho de profundo reconhecimento a todos os funcionários, pois é o seu trabalho que está na origem desta honrosa distinção”.
A avaliação da DYNTRA assenta em seis grandes domínios, contemplando, entre outros aspetos, a informação sobre os órgãos autárquicos, organização, normativa, património, planeamento e recursos humanos, informação e atenção prestadas aos cidadãos, através de mecanismos de participação e acesso à informação pública, transparência económico-financeira, relacionada com o orçamento, execução orçamental, contas municipais e endividamento, contratos, convenções e subvenções, que incide sobre os procedimentos de contratação, relações com fornecedores, contratos, concessões e apoios públicos, ordenamento do território, gestão urbanística e informação sobre obras e infraestruturas, bem como open data, que considera a disponibilização de dados em formato aberto e a existência de plataformas para o efeito."
Sem comentários:
Enviar um comentário
Neste blogue todos podem comentar...
Se possível, argumente e pense. Não se limite a mandar bocas.
O OUTRA MARGEM existe para o servir caro leitor.
No entanto, como há quem aqui venha apenas para tentar criar confusão, os comentários estão sujeitos a moderação, o que não significa estarem sujeitos à concordância do autor deste OUTRA MARGEM.
Obrigado pela sua colaboração.