José Pacheco Pereira
"Esta direita radical participa no processo eleitoral, embora tente sempre diminuir o eleitorado que não lhe é favorável, como acontece com a tentativa de Trump de dificultar o acesso às urnas das zonas onde, por exemplo, há maiorias negras que lhe são hostis.
A comunicação social assente no jornalismo profissional é um dos alvos preferenciais da direita radical. Apresentada como "jornalixo", é substituída pela promoção das redes sociais sem edição e por influenciadores em todos os órgãos de comunicação, usando propagandistas de notícias falsas e promotores de discursos de ódio. Em Portugal, há cada vez mais destes propagandistas com ligação à extrema-direita e ao Chega, no TikTok e no YouTube."
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