Depois da leitura dos documentos que fundamentam a instalação do aeródromo, João Vaz "concluiu que não há base para tal investimento."
E argumenta: "imaginem 20 milhões de Euros gastos a reflorestar o concelho, a tornar a cidade mais verde e a proteger a biodiversidade"....
Discorda, porque não leu o estudo de viabilidade e impacto económico. Tu leste?
ResponderEliminarA propósito do João Vaz, que conheci tangencialmente há cerca de 10 anos, partilho de algumas perspectivas dele, não porque valide as minhas, mas porque são factuais e incontestáveis, por muito que alguns distorçam.
ResponderEliminarHá uns anos, por causa do Cabo Mondego, escrevi isto num blogue dele:
"Quanto à erosão de 1997 e abatimentos então verificados, o Joao Vaz também sabe que o que foi feito a posteriori, é mais sólido, porque assentou em cima dos enroncamentos naturais de pedra. Nesse conspecto, salvo um ou outro caso pontual onde não tenham ido tão fundo, a integridade da marginal manter-se-á."
Verificamos agora que de facto onde não foram "tão fundo", há uma marginal a abater.
Factos são factos, e não travam caminho só porque os mesmos não servem às narrativas de alguns e à cegueira de outros