terça-feira, 28 de dezembro de 2021

A indústria do medo

by Carlos Garcez Osório 

"As notícias que compõem a imagem deste post não são muito fáceis de descobrir. Estão disponíveis, mas não fazem “parangonas”. Porquê?

O ano passado, muito mais importante que o número de infectados, eram os valores relativos a internados e a óbitos. Este ano, é exactamente o contrário.  Porquê? 

A quem convém manter um povo mal informado e em constante pânico? 
Parece óbvio que a variante dominante (omicron) é muito mais infecciosa, mas menos letal. Basta ver os números para perceber que a sua gravidade é bastante menor que a da gripe sazonal. E em tempos da mera gripe nunca ninguém se lembrou ou sequer imaginou impor este tipo de restrições à liberdade. 

Mas o pior de tudo é este medo propagandeado e quase unanimemente aceite. Quase toda a gente concorda com as restrições e (que jeito que dá à “pequenez” humana) sobe ao pedestal para exigir comportamentos aos outros. 

Tudo em nome de uma “responsabilidade” que ultrapassa muito a prudência e a consciência e se aproxima do zelotismo. Os paradigmas são o medo e a submissão.

Eu não peço que concordem comigo. Apenas peço que pensem. Por vós próprios."

1 comentário:

  1. ...e depois quando se vêem numa cama de hospital com uma máscara nas trombas, "foi um azar do caralho".
    Expliquem-me por favor como é que o povo do facebook, que tem uma rede inteira para pesquisar, está mal informado. Expliquem-me também o grande esquema e ganho por trás do " medo e das restrições".
    E por favor não me venham com o caralho do tempo da outra senhora, porque esse povo era mantido sem informação porque era maioritariamente analfabeto e não tinha net, e mantido submisso e temente pelo receio do castigo divino.
    Não se vacinem, andem sem máscara, levem no cú se quiserem, mas não inventem conspirações, que essas o povo do facebook chupa que nem caramelos e arrota para republicação.

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