segunda-feira, 23 de agosto de 2021

A matéria humana maioritariamente disponível que temos na Figueira

Somos cada vez menos. Nos últimos 10 anos ficámos reduzidos em cerca de 5 000?
Ficámos...

Porquê? Por razões que têm a ver com as políticas adoptadas na governança da Figueira?
Mas, isso interessa a alguém? A muito poucos, como veremos no dia 26 de Setemro próximo...

Temos uma espinha especial treinada para se curvar mais do que o que devia?
Temos...

A cunha é uma actividade importante?
É...
Somos especialistas na arte de dar graxa ao ponto de alguns conseguirem fazer dela profissão?
Sim...

A busca de tachos, que incluem cargos políticos, na câmara, no estado, na segurança social, é um desiderato figueirense?
É. A mediocridade de alguns serviços é a melhor prova... 
Se, por hipotética hipótese, fossem destituídos de funções todos os que ascenderam aos lugares sem concurso nem mérito, mas apenas por amiguismos de vária ordem, a Figueira nesta segunda-feira acordaria no caos. Não haveria hipótese de assegurar a mediocridade instalada nos serviços públicos.

Gostamos da pequena maledicência gratuita e pelas costas? 
Pelamos... Vivemos na mediocridade, mas é o que temos.
E isto tem que continuar a rolar...

Transpondo isto para a política, porque é que os figueirenses deveriam votar em gente diferente deles?
Votam em gente muito diferente de mim: que não se expõe, esperta, com sentido da oportunidade, comedida, sensata, aplaudida e bem sucedida.

Para que serve a ética na política?
Continuem a deixar estes políticos prosseguir o que têm estado a fazer à Figueira.
Deixem esta gente trabalhar.
Não é para me gabar, mas gajos como eu, "controversos", na política não interessam a ninguém.
Portanto, continuemos... Deixem estes políticos ganhar a vidinha...
A Figueira que se "lixe". Tudo vai continuar a ser fixe...
Exemplos de cidadania, como Manuel Fernandes Tomaz ou Cristina Torres, foram apenas a excepção à regra...

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