segunda-feira, 18 de julho de 2016

"Prego de Ouro": reconhecimento científico e político...

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Já lá vai muito tempo, que tomei como o melhor para mim, que mais valia ser ingénuo (eu sei que, para muitos, isso é o mesmo que dizer parvo -  e  não se trata obviamente da parvoíce mesquinha que por aí abunda, mas sim uma de tipo mais raro e valioso, que devia ser procurada com o mesmo entusiasmo com que os gulosos vão ao arroz doce).
Falo da liberdade de ser ingénuo (parvo) sem ter que me render às formalidades de idade (cargos, capacidades intelectuais ou status social, factores que convertem tanta gente, com potencial, em cinzentistas, são formalidades excluídas no meu caso). 
Porém, do meu ponto de vista, ser ingénuo (parvo) não obriga a ser burro, grosseiro ou boçal. Ser ingénuo (parvo) com elevação, exige alguma inteligência, maturidade, capacidade de discernimento e um bom sentido do timing. 

Quem estiver a ler este texto, e ainda não conseguiu perceber, não  pertence à minha casta de ingénuos (parvos). 
Isso não faz de vocês más pessoa, simplesmente estabelece a fronteira entre dois estados.
Uns estão do lado de lá, os outros de cá. 
Entretanto, vamos convivendo neste meio.
Porque já ando por aqui há algum tempo.
E vocês já perceberam que há coisas que fazem sentido e coisas que não fazem sentido nenhum. 
Eu gosto de fazer ambas.
E vocês de as ler...

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