sábado, 31 de agosto de 2013

Tó: foi bonita a festa, pá...

Foi bonita a festa de apresentação ao eleitorado de S. Pedro do António Samuel.
Foi  diferente de tudo o que tinha visto até aqui na minha Terra: claro que não esqueço o objectivo, mas sobretudo, neste momento, relevo a atmosfera humanizada que se viveu em torno do António Samuel.
Foi um genuíno acontecimento popular. 
Pela dimensão recreativa, social e cultural, a nível local, e, claro, não o podemos escamotear, pelo seu significado político.
Mas para desespero da direita,  a candidatura de António Samuel, até 29 de setembro próximo, não vai parar de crescer.
Quem esteve ontem à noite no Mocidade Covense – e foram largas dezenas – teve oportunidade de verificar, ao vivo, que apesar de a candidatura do António Samuel ter uma componente ideológica marcada e forte – é o candidato do PS à Junta de Freguesia de São Pedro – tal não impede  que reflicta a imagem da diversidade e, sobretudo, da seriedade e do humanismo do Povo da minha Terra – valores esses facilmente transparentes e visíveis no carácter e na prática de vida do António Samuel, que eu conheço há 59 anos.
O que faltou ontem à noite na apresentação do António Samuel ao eleitorado de S. Pedro?
A meu ver, nada. O que não correu tão bem, no que à organização diz respeito, foi largamente superado pela atmosfera de humanismo, amizade e fraternidade que, natural e espontaneamente, se gerou em torno do António Samuel, que não será fácil de repetir em qualquer outra ocasião.
Foi  um sentimento colectivo, simples e comovente, que transcendeu a alegria e o contentamento.
A personalidade, a atitude, a autencidade  e a simplicidade do António Samuel esteve na origem deste contágio emocional, forte e sentido,  que invadiu o público e o candidato,  no momento do seu discurso.
Ao escutá-lo – e que dificuldades ele não teve para conseguir articular as palavras, tal era a emoção!.. – renasceu em mim  a esperança na Cova-Gala que eu já conheci e que faz parte do seu património natural - uma sociedade humanizada, melhor  e viva.
Essa esperança forte e quente que se sentiu ontem à noite na sala do Mocidade Covense, foi certamente um incentivo para a luta que o António Samuel ainda terá de travar até ao próximo dia 29 de setembro.
A Cova-Gala, em breve, vai voltar a ser  uma  sociedade onde voltará a ser normal viver numa atmosfera de respeito, tranquilidade, paz, amizade, fraternidade e solidariedade entre todos os covagalenses – valores esses intrínsecos e genuínos na realidade social e cultura da nossa Terra.

Sem comentários:

Enviar um comentário

Neste blogue todos podem comentar...
Se possível, argumente e pense. Não se limite a mandar bocas.
O OUTRA MARGEM existe para o servir caro leitor.
No entanto, como há quem aqui venha apenas para tentar criar confusão, os comentários estão sujeitos a moderação, o que não significa estarem sujeitos à concordância do autor deste OUTRA MARGEM.
Obrigado pela sua colaboração.