quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Felizmente que Portugal é um país de gestores, directores, assessores…

Segundo o jornal Público, “apesar de o salário mínimo ser recebido por cada vez mais pessoas, o Ministério estima que as empresas não sofrerão um acréscimo de custos elevado. Se os aumentos salariais forem de 1,5 por cento, a subida do salário mínimo corresponderá a um acréscimo médio de 0,35 por cento das remunerações base e de 0,12 por cento dos outros ganhos salariais.”
“Felizmente que o grosso da massa salarial está na remuneração dos gestores, directores, assessores e respectivas regalias acessórias… se não fosse isso, ainda perdíamos competitividade!”

Via 2711

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