Ernest Hemingway: «Um homem pode ser destruído mas não vencido.»

sábado, 4 de janeiro de 2020

A inutilidade...

"Os contratos futuros do petróleo subiram mais de 4% – cerca de 3 dólares – na sexta-feira (dia 3), depois que um ataque aéreo dos Estados Unidos em Bagdá matou um dos principais chefes militares do Irão, provocando preocupações sobre a escalada das tensões regionais e a interrupção do fornecimento de petróleo."
Via Filipe Tourais"Se o drone fosse iraniano e o general assassinado fosse norte-americano, a nossa imprensa não hesitaria em noticiar um ataque “terrorista”. Sendo o drone norte-americano e o general assassinado iraniano, a mesma imprensa noticia a coisa apenas como ataque.
Um Presidente acossado internamente com um processo de impeachment que, arriscando a paz mundial, não hesita em tentar capitalizar apoios unindo a nação patrioteira contra um inimigo externo. Não vale a pena dizer muito mais sobre a última loucura de Trumpdo que isto.
Sobre a nossa imprensa, a mesma que anda por aí de mão estendida ao subsídio estatal que a salve, vale a pena prestar atenção às narrativas que nos vai servindo e ao critério de escolha das palavras que emprega. Nenhum adulto compra jornais para ler histórias infantis nas quais uns, por piores que sejam, são sempre os bons e outros, por mais vítimas que sejam, e atenção que não estou a dizer que os iranianos são nenhuns santinhos, são sempre os maus.
Um destes dias fiquei de queixo caído com um título de um dos jornais de referência que dizia que o IPO de Lisboa deu prejuízo. Eles confundem. O IPO não tem que dar nem lucro, nem prejuízo. Aliás, daria lucro se a dotação orçamental respectiva (a sua maior receita) o permitisse. O IPO tem que prestar um serviço de qualidade aos seus utentes, é só. E confundem-se: quem tem que dar lucro são os jornais que evitam como podem retractar com as palavras certas o terrorismo de Estado dirigido por um dos maiores terroristas, senão mesmo o maior de todos, o louco furioso que os americanos puseram na Casa Branca a distribuir bombas por onde lhe dá na telha. Podiam fazê-lo uma vez sem exemplo para testarem o efeito sobre as vendas e ganhar vantagem sobre a concorrência. Nunca o fizeram. Não arriscam afrontar os poderes instalados, nem arriscam alimentar qualquer controvérsia que possa pôr os leitores a pensar. A inutilidade nunca foi rentável.
Bom dia a quem ainda resiste."

E se este caso tivesse acontecido no SNS?..

«Menina de 12 anos morre após ter alta de urgência na CUF

Médica achou que só queria atenção, diz a mãe. Leonor foi duas vezes à urgência da CUF Almada com dores fortes e febre após dar "um jeito nas costas". Na última, médica achou que era "chamada de atenção"
Morreu horas depois.

A família aguarda agora o resultado da autópsia, embora os médicos tenham indicado à mãe que “suspeitavam de uma infecção ou de a Leonor estar a perder sangue”. Ao Público, o Hospital Garcia de Orta — que a mãe elogia na mensagem que deixou no Facebook — confirma que “foi admitida uma criança de 12 anos na urgência pediátrica e posteriormente transferida para a Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos e que viria a falecer, poucas horas após admissão”.

Contactada pelo mesmo jornal, a CUF diz lamentar “profundamente” a morte da criança: “Por forma a concluir o inquérito entretanto iniciado, foi ainda decidido não incluir, temporariamente, a médica em questão na escala de serviços clínicos da Clínica CUF Almada, salvaguardando a competência e a experiência de mais de 27 anos que lhe é reconhecida”, responde o grupo José de Mello Saúde, que acrescenta que “deposita nos seus profissionais e nos seus processos a maior confiança”
Via Observador

Bill Gates reafirma a necessidade de subir a tributação para quem tem mais dinheiro...

Via Observador

"A minha fortuna mostra que não há justiça fiscal", diz Bill Gates
Bill Gates, a segunda pessoa mais rica do mundo (depois de Jeff Bezos, da Amazon), defende que pessoas como ele deviam pagar muito mais impostos do que aquilo que pagam.
Numa entrada no seu blogue, Bill Gates lamenta que “a distância entre os rendimentos mais elevados e os mais elevados, nos EUA, seja muito maior hoje do que era há 50 anos”. A forma como o sistema fiscal está montado “faz com que algumas pessoas façam um grande negócio — eu, próprio, fui desproporcionalmente bem recompensado pelo trabalho que fiz — ao passo que outros que trabalham de forma igualmente árdua têm dificuldades em ganhar o suficiente para sobreviver”.

Petição que o Movimento Parque Verde apresentou à Câmara sobre as projectadas obras para o Jardim Municipal, vai à reunião de câmara da próxima Segunda-Feira, dia 6...

O Orgulho de Ser Português

Henrique Neto
"Os desapontamentos com Portugal levam-me com frequência a evocar que sendo Portugal o nosso único país, vos peço humildemente que o não estraguem. E sendo pouco ouvido, desenvolvi com o tempo um verdadeiro horror a construtores civis, promotores imobiliários, autarcas ignorantes, políticos desonestos e governantes de fazer de conta, ainda que conheça o perigo das generalizações. Mas que fazer? As paixões são sempre excessivas e a minha por Portugal é grande. Por isso, um dos meus ódios de estimação vai para a corrupção, por ter verificado que sempre esteve presente ao longo da nossa história."

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

A pobreza...

"A pobreza e os fundos", uma postagem que não deve deixar de ler.

"... um discurso de 1993 quando o então líder socialista, António Guterres, na oposição ao governo PSD, lembrava que existiam dois milhões de portugueses que recebiam abaixo das suas necessidades de alimentação.

"É um problema incompreensível num país que recebe mil contos por minuto, 1,5 milhões de contos por dia a fundo perdido das comunidades europeias que inteiramente bem aplicados poderiam minorar a crise económica e resolver tantos e tantos problemas sociais", disse Guterres numa intervenção centrada nos escândalos financeiros relacionados com fundos estruturais. A resposta do PSD esteve a cargo do responsável da bancada social-democrata, Duarte Lima, hoje com diversos processos na Justiça.

Na verdade, a abusiva aplicação dos fundos comunitários ficou por julgar em Portugal devido a uma desconexão entre o Código Penal e o Código do Processo Penal, relativo a prazos de prescrição. Na origem, esteve uma acção interposta por um jornalista que acusou o então primeiro-ministro Cavaco Silva do crime de difamação, cujo desfecho acabou no Supremo Tribunal de Justiça que consolidou jurisprudência, a favor de Cavaco Silva. E com essa decisão, fez prescrever os mega-processos judiciais, como o Fundo Social Europeu, Partex, UGT, Grupo Amorim, etc. Em 1993, era desta forma que Cavaco Silva respondia às queixas sobre usos fraudulentos desses fundos. De referir que, em 1987, Cavaco Silva recebeu da Ordem dos Médicos um dossier sobre o caso Costa Freire e a empresa PA. Nada fez. 

Cavaco Silva acabou por fugir do Governo. Depois disso, Guterres não resolveu o problema dos pobres. E acabou por fugir, primeiro, do Governo e, depois, de Portugal. O primeiro-ministro seguinte acabou por fugir de Portugal (ele disse que pensou muito nos portugueses...). Os outros não fugiram de Portugal, mas contribuíram para que os portugueses fugissem do país. E os portugueses fogem do país quando se vêem sem perspectivas.

Passados 27 anos, lá estão os mesmo dois milhões de portugueses a viver na pobreza - serão os mesmos de 1993? E Portugal deverá receber uma quantia semelhante de fundos comunitários, num país que é já mais rico.

A pobreza não é um fenómeno isolado de tudo.

P.S. - As minhas desculpas aos mais sensíveis, por insistir no tema nos últimos dias. A culpa é que há demasiados videos de arquivo sobre o tema, nos arquivos da RTP."

Sociedade de Instrução Tavaredense - "A Música no Coração" no CAE nos dias 18 e 19 de Janeiro pelas 21h30 e 16h00, respectivamente....

Este espectáculo será, para além do contributo Sociedade de Instrução Tavaredense para o desenvolvimento do Teatro Amador no concelho da Figueira da Foz, uma forma de obter receita para concretizar o dispendioso projecto de remodelação/reabilitação da sala de espectáculos da Colectividade.

Situação dura há duas semanas. Admnistração do Porto não diz nada... A Câmara, apesar do assunto não ser da sua responsabilidade, não poderá fazer nada?

Acham isto normal?..

Carlos Monteiro, presidente da Câmara, no arranque da celebração dos 125 anos do Ginásio

Foto via Ginásio Clube Figueirenses
Texto via Diário de Coimbra
"Foi com o içar da bandeira e o tradicional “Vai d`Arrinca” pelo sócio n.º 1, Rolinho Sopas, que o Ginásio Clube Figueirense iniciou as comemorações do seu 125.º aniversário, numa sessão que englobou a tomada de posse dos órgãos sociais. Cerimónias que contaram com dezenas de sócios e amigos e do presidente da Câmara, uma presença notada já que, pelo menos na última década, foi a primeira vez que aconteceu."

No próximo dia 27 de Janeiro de 2020 o Centro de Estudos do Mar e das Navegações Luís de Albuquerque (CEMAR) completa os vinte e cinco (25) anos da sua fundação

Para ver melhor, clicar na imagem

Ana Gomes sobre Isabel dos Santos:

"Em Portugal há muita gente cúmplice do saque a Angola"
«Boa parte dos bens que a senhora engenheira Isabel dos Santos, e outros indivíduos da cleptocracia angolana, investiram em Portugal em sociedades, propriedades, são produto do saque ao estado angolano, do roubo ao povo angolano e que parem de fechar os olhos. Tenho actuado, há bastante tempo, para pedir às autoridades portuguesas que não continuem a ser cúmplices do roubo ao Estado e povo angolano. (...) Em Portugal há muita gente cúmplice e beneficiário do saque a Angola, ao povo angolano que a cleptocracia angolana empreendeu nestes últimos anos».

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

28 anos depois continuamos a brincar à caridadezinha...

Eternos pobres, expedientes perpétuos

"Foi em 1992. O então ministro do Emprego Silva Peneda assinou diante de todos os sem-abrigos de Lisboa que frequentavam a Sopa dos Pobres a criação - com a ajuda da Igreja - de um Banco Alimentar contra a Fome. Deu verbas avultadas (7,5 milhões de euros aos preços actuais) e prometeu que tudo iam fazer para acabar com aquela realidade.

Veja-se o video de arquivo da RTP. 

Enquanto aprovavam uma política macroeconómica de desprotecção completa da nossa economia, depois vinham invocar as vantagens da fénix renascida que das cinzas industriais viria voar sobre os campos e pobres desempregados do país. Lembrem-se que Cavaco Silva, primeiro-ministro dizia nesse ano que subir a taxa de desemprego de 4% para 6% era "um enorme sucesso" dada o arrefecimento internacional. A taxa subiria para 6,8% em 1994, 7,1% em 1995 e 7,2% em 1996.

Passaram quase 28 anos. Agora, é o Presidente da República que faz os mesmos trajectos pelas instituições que servem este tipo de Caridade, põe um avental e ele próprio serve a Sopa dos Pobres tal como antes de si o faziam os contemporâneos do seu pai. Nessas viagens, Marcelo Rebelo de Sousa quer dizer "hoje, esta noite, sou eu que te sirvo". Na verdade, ele serve-os todas as noites com a mesma realidade, sem se importar muito com o que motivou que, passados 28 anos, tudo esteja na mesma. É que não basta servir jantares: é preciso pensar mais um pouco e atacar as causas desse fenómeno.

Possivelmente, essa realidade tem a ver com a ausência de uma estratégia nacional para o país, porque a nossa estratégia foi entregá-la ao "pelotão da frente" da União Europeia e eles que nos servissem a Sopa dos Pobres, como têm feito. Os nossos salários reais estagnaram ao longo de mais de uma década. E depois queixam-se que os empresários sejam pouco eficientes e eficazes e competentes.     

Quando a ministra Ana Mendes Godinho, ministra do Trabalho - repito, do Trabalho - decidir descer à rua para mais uma missão folclórica de consolação dos pobres, lembre-se que o Banco Alimentar contra a Fome foi criado há 28 anos.

E que continua a existir, porque o seu negócio não é curar a Pobreza, mas viver dela."

Parabéns ao Sport Clube de Lavos pelo seu 100º Aniversário

"Corrida à maçonaria:

há cada vez mais adesões de norte a sul do País".
Via Revista Visão

Nada de novo: faltou mencionar a piscina, o jardim municipal e o pavilhão multiusos... E continuar a ser tudo para "breve"!

Carlos Monteiro adianta principais objectivos da autarquia para 2020
"O presidente da câmara adiantou, em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, os objectivos da autarquia para 2020. E, em declarações aos jornalistas, na passagem de ano, informou que a candidatura da segunda fase da requalificação do Cabedelo a fundos europeus foi aprovada. Entretanto,decorre a primeira etapa das obras.
Carlos Monteiro começou por destacar a este jornal a ampliação do Parque Industrial e Empresarial da Figueira da Foz, que já não tem terrenos disponíveis. A infraestrutura vai crescer 20 hectares. “A boa notícia que os figueirenses podiam ter era termos a candidatura da ampliação da Zona Industrial aprovada e que pudessem ser lançados os procedimentos para as obras. A Zona Industrial está cheia e precisamos de continuar a fixar empresas no concelho”, defendeu o autarca.
Ainda no plano das infraestruturas industriais, a autarquia já elaborou o Plano de Pormenor da futura Zona Industrial do Pincho, contando com18 hectares de terrenos municipais. Todavia, a área total contempla 40 hectares, o que implica a compra de outros 22 hectares. Entretanto, está a ser elaborado o Plano de Pormenor do Vale de Murta, prevendo-se que venha a ter uma área de implantação de 18 hectares.

Formação especializada do ISEC

Carlos Monteiro destacou ainda o sector do ensino. “Esperamos que também haja boas notícias em termos de formação profissional. Para termos mais indústria, precisamos de mão de obra qualificada. Em 2020, teremos cursos do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (ISEC) e vamos continuar a procurar mais soluções de formação profissional especializada”, adiantou.
Os cursos que o ISEC irá leccionar no próximo ano lectivo na Escola Secundária Bernardino Machado estão em sintonia com o mercado de trabalho da região - electromecânica, informática de programação e robótica e manutenção industrial. A formação situa-se entre o antigo bacharelato e a licenciatura. De resto, tem cadeiras comuns ao concurso superior, o que permite uma evolução para a licenciatura com equivalências.
Aqueles três cursos existem no ISEC, em Coimbra. A direcção do instituto acredita, contudo, que os alunos da Figueira da Foz e dos concelhos limítrofes que os frequentam venham a optar por ficar mais perto de casa e passem a estudar na Escola Bernardino Machado. O ISEC espera ainda que a
Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz venha a ser um parceiro determinante para os estágios em empresas do concelho.

“A mobilidade é fundamental”

O presidente da câmara tem vindo a insistir na necessidade de serem tomadas medidas a favor da mobilidade sustentável. A ciclovia europeia Eurovelo, adiantou Carlos Monteiro, será uma realidade em 2020, incluindo uma ponte sobre o Mondego, na zona do Alqueidão/Lares. O sistema de bicicletas partilhadas da cidade, por seu lado, avançou ainda o autarca, entra em funcionamento na primeira quinzena de janeiro. 
A requalificação da estrada “Enforca cães” também deverá arrancar no próximo ano. E, acrescentou o edil, “serão requalificadas vias em todas as freguesias do concelho”, entre as quais a rua Direita de Quiaios.
“Para nós, a mobilidade é fundamental, e estamos expectantes em relação ao concurso que vai ser lançado pela Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra para todos os municípios [sistema de transportes públicos], com o qual pretendemos melhorar, de forma significativa, a mobilidade no concelho”, frisou Carlos Monteiro.

Saúde e reabilitação urbana

No sector da saúde, Carlos Monteiro destacou a conclusão da extensão da Marinha das Ondas e prometeu “tentar encontrar uma solução para Maiorca”, cujo posto médico tem registado um regime de funcionamento instável. Por outro lado, e ainda na área social, avançou que a autarquia está a “tentar melhorar as condições de habitação”, colaborando com o programa de rendas acessíveis do Governo.
Em paralelo, mantém se a penalização do IMI para imóveis devolutos, a fim de promover a sua reabilitação, para a qual, sustentou, estão a contribuir as obras na Baixa, ao tornar aquela zona da cidade mais atractiva.

A “grande novidade”

A limpeza de espaços públicos tem sido alvo de críticas. Carlos Monteiro garantiu, no entanto,que “a grande novidade [de 2020] é continuar a investir muito na limpeza do concelho, no sentido de que a Figueira da Foz seja uma referência de qualidade de vida, tendo a sustentabilidade sempre presente”.
Na lista de medidas que o autarca espera ver concretizadas em 2020 cabe, também, a transferência de areia, de norte para sul. “Esperemos que o protocolo assinado com a administração portuária aconteça a bom  ritmo, porque estão em causa os portos de pesca e comercial e a segurança de pessoas, a sul do concelho”, frisou Carlos Monteiro.

Mais e melhor internet

O presidente da câmara contactou as operadoras de telecomunicações móveis, para tentar colmatar a falta de qualidade da rede de internet no concelho, sobretudo, nas zonas rurais. A Altice já respondeu. Numa reunião com o presidente da câmara e os presidentes das juntas das 14 freguesias,realizada na Figueira da Foz, responsáveis da empresa afiançaram que a operadora está empenhada em aumentar a cobertura do serviço com fibra óptica até 65 por cento do território figueirense."
| Jot’Alves

Constituição: artigo 1º...

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

"Ano Novo", via poesia

Apesar das dificuldades actuais,
desejo  um bom Ano Novo!
Oxalá quem governa o Povo,
consiga fazer mais...

Fernando Pessoa, no poema abaixo, deixou a mensagem que a vida não muda se não a fazemos mudar...

Ficção de que começa alguma coisa!
Nada começa: tudo continua.
Na fluída e incerta essência misteriosa
Da vida, flui em sombra a água nua.
Curvas do rio escondem só o movimento.
O mesmo rio flui onde se vê.
Começar só começa em pensamento.

Já Luís Vaz de Camões escrevia:

Jamais haverá ano novo,
se continuar a copiar os erros dos anos velhos.

Voltando a Fernando Pessoa:

De tudo, ficaram três coisas:
A certeza de que estamos sempre começando...
A certeza de que precisamos continuar...
A certeza de que seremos interrompidos antes de terminar...
Portanto devemos:
Fazer da interrupção um caminho novo...
Da queda um passo de dança...
Do medo, uma escada...
Do sonho, uma ponte...
Da procura, um encontro...