Ernest Hemingway: «Um homem pode ser destruído mas não vencido.»

sábado, 5 de setembro de 2009

Foto de campanha (V)

Política de grande superfície?...

Na TVI, Manuela Moura Guedes foi de férias e não voltou...



Passados 4 dias, permanece a pergunta:

afastamento foi político ou empresarial?..

Manuel Oliveira




Esta magnífica foto (mais uma) do
Pedro Cruz, recordou-me que o essencial são os valores.
Mas o poder, a ganância, a inveja, a riqueza, o dinheiro, ocultam os verdadeiros valores e o essencial vai ficando adiado...
Quando damos pelo passar do tempo, já estamos velhos, e deixámos a vida irremediavelmente adiada..
Normalmente, é só quando a porta desta vida se está a fechar, que reparamos que passámos ao lado da vida.
São muito raros os que conseguem viver a vida como querem e gostam, não como os outros desejariam. Manuel Oliveira, o “PóPó”, é um desses…
Tal como ele, eu também vou “Andando pela vida”.

X&Q731


sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Para que serve um provedor?..


Esta postagem do Fernando, onde o talento e o humor sibilino se cruzam, cujo resultado é uma prosa deliciosa, fez-me lembrar uma polémica que entreteve, há uns meses atrás, o país do “faz de conta”.
Estou a referir-me à novela da demora na substituição do Provedor da Justiça. Passado o ruído nunca mais ouvi falar do tal Provedor.
Para que serve, então, um Provedor?
É que, depois de tanta polémica, e depois do silêncio que se seguiu, poderíamoss ficar a pensar, que o Provedor da Justiça, é um daqueles cargos que fica bem ter, especialidade de Portugal, mas não é para ser.
Isto é, só serve para salvar as aparências.

X&Q730


Jaime Jesus

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Campanha eleitoral


Jornal Nacional da TVI cancelado

Ouvi na rádio, que "a direcção de informação da TVI acabou de anunciar a sua demissão em bloco devido à suspensão do Jornal Nacional de Sexta-feira, apresentado por Manuela Moura Guedes. "
A direcção de informação era, até agora, composta pelo director, João Maia Abreu, e pelos adjuntos, Mário Moura e Manuela Moura Guedes.

X&Q729


Morreu Maria Clara

Via o blogue o que eu penso, tomei conhecimento que "a cantora Maria Clara morreu, ontem, aos 85 anos de idade."
O tema "Figueira da Foz", de António Sousa Freitas e Nóbrega e Sousa, um dos seus maiores êxitos, que pode ouvir no vídeo abaixo, vai ficar para sempre ligado à voz desta Artista.

Clarificação

“A vida política na Freguesia de São Pedro, fruto das maiorias absolutas conseguidas pelas listas lideradas pelo actual presidente da junta, de há dezasseis a esta parte, está fortemente crispada.O poder absoluto conduz a isto. Seja na nossa freguesia, seja no nosso concelho, seja no nosso país. Seja onde for.Em democracia, a opinião do outro é apenas uma opinião diferente. Mas, quem atinge o poder e por lá se mantém longos anos, perde essa perspectiva e considera que “quem não é por mim, é contra mim”.Nada de mais pernicioso e de mais errado para um saudável convívio numa comunidade pequena. A democracia e a liberdade são bens inestimáveis.”
Isto, foi o que, realidade, foi escrito neste blogue em 13 de Agosto de 2009 e que pode ser conferido. Falou-se em crispação da vida politica em São Pedro. Não se falou em ditadura em São Pedro.
O que está lá e pode ser lido é, apenas, o que está lá. Se outros leram, ou interpretaram, outra coisa, problema deles.
As coisas são o que são. Penso que todo este nervosismo e falta de visão tem a ver com o facto de, em São Pedro, estarmos no início do fim de um ciclo político que já leva 16 anos, coisa que, aliás, é absolutamente normal em democracia. Isso, é inevitável e vai acontecer, sejam quais forem os resultados das próximas autárquicas aqui por São Pedro.

Poderemos perguntar: como chegámos aqui?...
Em minha opinião, em primeiro lugar, chegámos a este beco, porque, como colectivo, pelo menos de há 8 anos a esta parte, nos deixámos, uma e outra vez, ludibriar, mantendo no lugar cimeiro da política local o oportunismo e o embuste político. Como acontece em tantas outras Terras, aliás.
Sempre que um político se fica pelas “meias-tintas”, deixando a ideologia de lado, renegando-a ou não indo ao fundo das coisas, é de desconfiar.
Em política, só quem tem convicções e sem sofismas ou truques, assume, é sério.
Contrariamente à ideia de que o pragmatismo é inerente e é a chave do êxito da política e dos políticos, o pragmatismo só consegue sucessos temporários.
Chegámos aqui, também, porque uma parte significativa do povo covagalense “tem engolido o isco”.

Mas, as coisas estão a mudar. São Pedro, pese embora um certo comodismo e amorfismo que por cá ainda existe, começa a estar cansada de tanta arrogância, demagogia, prepotência, oportunismo e incompetência.
Oxalá este Povo saiba aproveitar a próxima oportunidade, que é já no próximo dia 11 de Outubro…
Vamos então esperar para ver. Em democracia o povo escolhe. E sofre as consequências.
Como disse alguém: “pode-se enganar muita gente, durante algum tempo. Não se consegue enganar toda a gente, durante todo o tempo”.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Foto de campanha (IV)


A ilusão, que nos querem impingir, de que tudo está bem, não chega para transformar uma mentira numa verdade.

As ruínas do Catavento

A foto da esquerda, sacada daqui, é de 1976, e mostra "o Catavento da minha infância, nas dunas da Cova, junto ao qual foram filmadas, no ano de 1972, algumas cenas do filme português "A Promessa" de António de Macedo, "o primeiro filme português a integrar a Selecção Oficial do Festival de Cannes em 1973" , cujos exteriores foram filmados nos Palheiros da Tocha, Tocha, Figueira da Foz, Buarcos, Gala, Cova e Costa de Lavos", já muito degradado.



A foto da direita, sacada daqui, mostra as ruínas do Catavento da minha infância.
Depois de alguns anos cobertas pela areia da Praia da Cova, a erosão costeira trouxe de novo à luz do dia, na maré baixa, as ruínas do Catavento da minha infância, que, neste momento, apenas constituem um perigo para os utentes de uma das praias mais frequentadas de São Pedro, apesar de não ser vigiada.