Figueira.
Quanto mais consigo entrar no pequeno mundo da cidade,
mais sinto a sua decadência e a sua pequenez.
O espaço está impregnado de memórias e significações
para cada um de nós.
A Figueira, para quem a conheceu há 50 anos, tem a noção que
é uma cidade em declínio.
Espera-se que o declínio, não lhe venha também a beliscar a
respeitabilidade...
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Em dia de banalidades, citemos Torga
“É escusado teimar. A ser banal, a dizer banalidades e a pensar banalidades é que o português é português.”
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