sábado, 6 de dezembro de 2008

Autoridades espanholas liberaram cadáveres de pescadores

Segundo o jornal Correio da Manhã, "os corpos dos portugueses que ontem morreram na sequência do naufrágio do ‘Rosamar’, na costa da Galiza, vão ser trasladados ainda este sábado para Portugal, após os esforços do secretário de Estado das Comunidades.
A transferência dos corpos estava dependente de burocracias e de uma autorização do tribunal, que se não fosse emitida ainda hoje só ocorreria na terça-feira, por na segunda ser feriado em Espanha.
António Braga agradeceu às autoridades espanholas a colaboração e cooperação das autoridades espanholas, que assim permitiram a aceleração do processo.
O ‘Rosamar’ naufragou a 24 milhas de Burela, com 13 tripulantes a bordo, oito portugueses e cinco indonésios. Os números da tragédia saldam-se por quatro mortos, dos quais três são portugueses, cinco sobreviventes e cinco desaparecidos."

5 comentários:

Jota Jota disse...

parece que um pescador era da figueira da foz

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
António Agostinho disse...

O comentário eliminado poderá ser publicado se o seu autor assumir a sua autoria.

Anónimo disse...

Caro Amigo:
O importante aqui, não é a identidade ou a falta da sua publicidade. Aqui, meu caro, está o teu critério sobre o que é magistério, o que é didáctico e se acima disso está outro critério qualquer.
Dou-te um exemplo sobre o que quero dizer:
Todos os dias percorres determinado trajecto em direcção ao teu trabalho ou a tua casa. Nesse trajecto há uma curva perigosa. Conheces esse perigo e por tantas vezes lá passares, vais sobrepondo as tuas capacidades a esse perigo. Um dia, está a chover, ou não tens as condições habituais. Facilitas e morres.
O que preferes?
Umas alminhas a assinalar o local onde morreste, ou um debate sobre o que levou ao acidente causador da tua morte? (longe vá o agoiro!)
Um debate onde se possa alertar e consciencializar TODOS sobre este miserável problema?
Lembras-te daquele triste episódio passado na restinga da praia norte da Nazaré? Daquela gente a morrer um a um?
Pergunto novamente, mas com alterações:
É melhor uma sardinha para cinco?
Nenhuma sardinha para quatro?
Cinco sardinhas para um e uma para cinco?
Ou uma para cada um?
Claro que o que muitas vezes faz haver seis sardinhas para dois (as partes não interessam e os dois serão armador e mestre)e pouco mais para os outros, é esta coisa de não se falar, de não se atirar com a verdade à parede.
Mas tem calma, daqui a duas semanas é natal e já ninguém fala mais nisto.
Achas que vale a pena, ou isto é mesmo assunto para de vez em quando?
Se for, de vez em quando voltaremos ao assunto. Lamentávelmente.

António Agostinho disse...

Neste caso, o anonimato, eventualmente, poderia ter alguma justificação, se:
1. o autor precisa-se proteger a sua integridade física, que ficaria ameaçada em caso de exposição.
Manifestamente, não é o caso.
2. o autor precisa-se proteger a sua integridade profissional ou o seu nome.
Manifestamente, também, não é o caso.

Portanto,aqui, está apenas e só, o critério de assumir, ou não, a responsabilidade de ter opinião.
Esse problema, porém, já não é meu. Por conseguinte, com cordialidade, mas, ponto final.