quinta-feira, 10 de agosto de 2006

Será que o Bloguito tem alguma força?



Sábado, dia 13 de Maio de 2006, cerca das 16 horas.
A viatura circulava na parte do troço da Rua 9 de Outubro, no sentido sul/norte, entre a Rua das Indústrias e a Avenida 5 Janeiro.Esta parte da via tinha sido aberta há pouco tempo.Eis, senão quando, o dono da viatura tem uma desagradável surpresa: o chão parece que sobe!Nada disso: é uma das tampas do saneamento salientes que bate no carter do carro.A parte inferior do veículo fica no estado que o registo fotográfico mostra.No interior da viatura até o airbeg abriu.Segue-se a imobilização da viatura.

Quinta-feira, 10 de Agosto de 2006.
A notícia, vinda a lume neste espaço, deu celeuma e provocou alguma “azia”.
O certo – e isso sabemos de fonte segura – é que serviu para motivar “quem de direito”. Era urgente resolver, pois o assunto estava na Internet! ...
Passado este tempo, que até nem foi muito, diga-se em abono da verdade, o assunto está resolvido.
Será que o Bloguito tem alguma força?

6 comentários:

bakunine disse...

Claro que tem força, e uma foeça que mostra o cinismo do poder. Se se não fala não se faz, deixa-se andar que há outras coisas que...
Já agora, e mudando de assunto, para o ano que vem a Figueira e não só, estão de parabéns: é que as urgências nocturnas do HDFF, bem como a pediatria vão fechar.
Significa que quem partir uma perna, ou tiver umas cólicas renais, ou outro problema qualquer, a meio da noite só tem que ir até aos Covões e continuar a votar nos xuxas, ou, em alternativa nos laranjitas.
E pronto...aqui vai um aplauso para a democracia de sucesso.

Anónimo disse...

Isso é mais do que certo,pois o hdff faz parte da rede de referenciação hospitalar como urgência básica. Mas não será só na urgência também os doentes oncológicos deixarão de ser tratados no hospital pois não está na rede de oncologia.
Como dizia NÃO ERA SÓ A MATETERNIDADE.
Enfim uma verdadeira melhoria para prestação de cuidados de saúde para todos os que residem na figueira ou concelho limitrofe.
Continuem a votar Vitor Sarmento, João Portugal, e outros que tal, pois são senhores que defendem as populações que os elegeram. CAMBADA.

Anónimo disse...

Sugiro ao "BLOGUITO" que pense colocar um post sobre a iluminação da passadeira que una a praia do hospital à da Cova, que só tem um poste com luz, pode ser que resolvam a situação, agora que é época de maior passagem de pessoas por aí.

Ricardo disse...

Quando é adjudicada uma obra a um qualquer empreiteiro, existe uma elemento chamado "Caderno de Encargos" que define exactamente quais os trabalhos a que o empreiteiro fica contratualmente obrigado a executar sob pena de ser penalizado. A conversa de que o atraso na aplicação da ultima camada de betuminoso se deveu a um "guerrilha" entre empreiteiros não é de todo aceitavel. A quem pertencia executar a estrada teria de a fazer até ao fim porque, nunca vi ser adjudicada "meia-empreitada". E então o Dono de Obra demorou sei lá quantos meses a pressionar e demonstrar ao empreiteiro (mostrar-lhe o caderno de encargos que ele assumiu) o que ele estava contratualmente obrigado a fazer? E pagou-lhe antes ou depois do trabalho feito? Ou eu estou muito enganado e então alguem que me explique o que se passou ou cheira-me a incompetencia e desleixe por parte do Dono de Obra.

domingosdospassarinhos disse...

Claro que terá sempre alguma força, porque os fracos quando aparece algo escrito ficam assustados, porque as palavras levam-nas o vento.
Em relação aos comentários que dizem respeito ao Hospital estou inteiramente de acordo. Andava toda a gente eufórica com o engenheiro socialista (será que é engenheiro?)e como votaram neles, agora aturem-nos.
Ao ponto a que isto chegou: brincarem com a vida das pessoas.
Lamento ter que dizer outra vez, mas às vezes apetece-me dizer: Voltem. Estão perdoados.
E querem convencer-me que vivemos em democracia.

Anónimo disse...

quem é que pagou os estragos? A empresa que realizava as obras, o Estavo- via Junta de Freguesia - ou ficou tudo em àguas de bacalhau e pagou o habitual freguês? o dono do automóvel?